THE

TIPPING   POINT

FESTIVAL DE CINEMA DA AMAZÔNIA

Adentrando a vida amazônica, com histórias reais e participações especiais, na conferência digital GLF Amazônia

De 21 a 23 de setembro de 2021

Sobre o Festival de Cinema da Amazônia

A gente não vê a hora de celebrar a região Amazônica com você no Festival de Cinema da Amazônia deste ano. O Festival de 2021 ocorrerá pela web, de 21-23 de Setembro, durante a conferência digital GLF Amazônia. Nós estamos preparando um Festival digital acessível para que todos os públicos e artistas possam estar juntos para descobrir, debater e refletir sobre o bioma Amazônico. Marque essas datas na sua agenda e fique atento para novidades da programação.

O Festival de Cinema da Amazônia é o principal encontro entre contadores de histórias originais e públicos que estão em busca de novas vozes e perspectivas renovadas sobre ‘soluções de dentro para fora’ para a Amazônia. O Festival contará com exibição de documentários, curtas e forums de cinema, onde os diretores poderão contar sobre suas experiências de filmagem na Amazônia e as questões retratadas em suas obras, ação inspiradora e reflexão. Cineastas indígenas e cineastas premiados do Brasil, Colômbia, Equador entre outros participarão de sessões ao vivo, moderadas, e transmitidas no website do GLF e na plataforma digital da conferência GLF Amazônia.

Apresentado por:

Mari Corrêa

Para Onde Foram as Andorinhas?

Instituto Catitu e Instituto Socioambiental
Mari Corrêa

Para Onde Foram as Andorinhas?

O clima está mudando, o calor aumentando. Os índios do Xingu observam os sinais que estão por toda parte. Árvores não florescem mais, o fogo se alastra queimando a floresta, cigarras não cantam mais anunciando a chuva porque o calor cozinhou seus ovos. Os frutos da roça estão se estragando antes de crescer. Ao olhar os efeitos devastadores dessas mudanças, eles se perguntam como será o futuro de seus netos.

  • Prêmio de Melhor Curta Metragem no Festival Ambiental das Ilhas Canárias, 2016
  • Prêmio Refúgios e Mudanças no Festival ENTRETODOS de Direitos Humanos, Brasil, 2016
  • Prêmio Melhor Curta no Fest Cine Amazônia, Brasil, 2016
  • Melhor Documentário no Festival Internacional de Curtas Metragens de Faro, Portugal 2017
  • Premio Mejor curta-metraje documentário: JUMARA – Festival de Cine Indígena de Panamá, 2018
  • Premio da mejor obra – Festival de Cine Indígena ANACONDA, 2018
  • Mejor Obra “Defense Of Life, The Mother Earth And The Territory” at Indigenous Peoples’ International Film Festival – FICMAYAB, Guatemala 2018
  • Mención de Honor – BannabaFest – Festival Internacional de Cine de Derechos Humanos, Panama 2017
Instituto Catitu e Instituto Socioambiental
Estevão Ciavatta

Amazônia Sociedade Anônima

Pindorama Filmes e Imazon
Estevão Ciavatta

Amazônia Sociedade Anônima

Due to the failure of the Brazilian government to protect the Amazon, Cacique Juarez Saw Munduruku leads an unprecedented union of indigenous and riverside people to save the forest confronting land grabbers and illegal deforestation.

Pindorama Filmes e Imazon
Mari Corrêa

Quentura

Instituto Catitu and Rede de Cooperação Amazônica (RCA)
Mari Corrêa

Quentura

Muito quente! As piracemas não vêm na época certa e as pimenteiras acabam morrendo com tanta quentura. “É um tempo muito diferente, que nem os espíritos estão conseguindo entender”. De suas roças, casas e quintais, as mulheres indígenas da Amazônia nos envolvem em seu vasto universo de conhecimentos ao mesmo tempo em que observam os impactos das mudanças climáticas nos seus modos de vida.

Festivais e prêmios:

  • Best International Short Film e First Rigoberta Menchú Award (Communities) Festival Présence Autochtone/First Peoples Festival, Montreal, Canadá 2019
  • Melhor Filme Etnográfico – IX Festival do Filme Etnográfico do Recife, Brasil 2019
  • Seleção oficial na Mostra de Cinema de Ouro Preto
  • Cineop, MG 2019
  • Prêmio de melhor curta-metragem no Festival Amazônia.Doc, 2020
  • Prêmio de melhor documentário na categoria indígena no Festival Contra El Silêncio todas las Voces, México, 2020.

Contato: maricorrea@institutocatitu.org.br
Site do filme: https://institutocatitu.wixsite.com/quentura

Instituto Catitu and Rede de Cooperação Amazônica (RCA)
Kamatxi Ikpeng

YARANG MAMIN - Movimento das mulheres Yarang

Instituto Socioambiental e Instituto Catitu
Kamatxi Ikpeng

YARANG MAMIN - Movimento das mulheres Yarang

As Yarang são um grupo de 65 mulheres do povo Ikpeng que coletam sementes nativas no Território Indígena do Xingu (MT). Mães, filhas, avós e netas que juntas, ao longo de uma década, coletaram 3,2 toneladas de sementes florestais. Esse trabalho de formiguinhas possibilitou o plantio de cerca de 1 milhão de árvores em áreas degradadas das bacias do Rio Xingu e Araguaia. São as sementes que formarão as florestas do futuro.

Instituto Socioambiental e Instituto Catitu